Wednesday, June 20, 2018

* Summer night match with people that make your heart melt *

Foto de Sara Lopes.

* Gosto desta simplicidade e leveza da vida e das coisas boas e realmente importantes que ela nos mostra. Gosto das pessoas. Dessas que me fazem tão bem, que o meu coração chega a derreter...
Gosto das noites de verão assim..."cleans", genuínas, com a chinela no ar e o pé na areia. 
Gosto de gostar deste sentimento tão puro e que me mostra que as voltas que o mundo dá, não são dadas à toa. 
Gosto de gostar mais de branco, apesar de não contrastar com o tom de pele - quase fantasmagórico.
Gosto de gostar tanto desta gente que me faz rir até doer a barriga e me faz acreditar que existem anjos que nos protegem e finais felizes.
Gosto de, aos poucos e poucos, sentir que o medo está a ser ultrapassado pela coragem...
Gosto de ser e de estar feliz, mesmo quando tropeço e magoo os joelhos!!!

Thursday, June 14, 2018

* " Se der medo, deixa entrar a coragem." *

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* Li este texto da minha querida Sofia Fernandes e não pude ficar indiferente à complexidade e assertividade com que ela relata estas palavras tão sábias e que se encaixam tão bem em cada um de nós - ou pelo menos em mim.
Decidi partilhar aqui convosco, porque mais que partilha é também uma forma de manter presente estas frases maravilhosas, sempre que me apetecer reler excertos com os quais me identifiquei em algum momento da minha vida. Diguemos que é uma partilha, também, de mim para mim...:

todos nós já nos perguntámos, pelo menos uma vez na vida, o que faríamos se não tivéssemos medo. medo que nos partissem o coração, medo de nos deixarem sozinhos, medo de ficar sem emprego (mesmo quando esse emprego já não nos deixa felizes), medo de tentar, medo de falhar, medo de cair, medo de não nos conseguirmos levantar, medo de arriscar, medo de falar, medo de calar, medo de parar, medo de continuar, medo de ter medo. muito medo.
e então há um dia em que te perguntas (ou que te perguntam): e se não tivesses medo... quem serias, o que farias e até onde irias?

Sunday, May 27, 2018

* Time - first friend that we met *

Tudo que temos é o agora

* Já vos falei da complexidade do tempo?
Temporalidades (des)necessárias aquilo que intitulamos por "dias"...
Do que mais tenho retido das coisas que a vida me traz, é aprender a desacelerar; a não complicar; a viver o - no - presente. 
Mania essa de estar sempre a querer mais além, a pensar mais à frente, a idealizar o que ainda não chegou ou aquilo que não vamos - mas queremos - ter em nossa posse. Tenho aprendido a dar mais valor às pessoas, às coisas e aos momentos. A ser feliz com o que e com quem tenho na minha vida. A saber parar, respirar e perceber o que é - ou não - fulcral para mim neste momento.
Tarefa difícil essa...foi um objetivo que impus a mim mesma e que, confesso, me tem feito aproveitar mais do que aquilo que achei verdadeiramente possível.
Tenho sorte sabem?! Às vezes dou por mim a pensar nisso mesmo, na sorte que tenho. Na sortuda que sou em ter tanta coisa tão boa e pessoas genuínas e que irradiam luz à minha volta. 
Em marés astrológicas, posso dizer que, por vezes, os astros se alinham e fazem com que o universo conspire a nosso favor. Temos de saber escutá-lo nas entrelinhas e apreender a verdadeira essência das coisas. Cliché?! Hum...talvez, mas qual é o verdadeiro sabor da vida, senão aquele que lhe queremos dar?!
Não gosto de me expor (ou pelo menos, aprendi a não gostar), nem de partilhar os meus momentos com outrem...não sei, de há algum tempo para cá fiquei receosa com essas coisas das energias e de partilhar a felicidade com o desconhecido. Assim, dei por mim a conter-me mais e a guardar só para mim - e para quem me acrescenta - o que de bom me vai acontecendo. Nesta perspetiva mais "egocêntrica", fui-me moldando e aprendendo a valorizar e agradecer mais cada momento e cada pessoa...cresci!
Sendo que crescer é um verbo que combina tão bem com maturidade, acho que também me "maturei". 

Isto tudo para vos dizer que o "tempo" é, sem dúvida, o nosso melhor aliado!

Wednesday, April 11, 2018

* No sugar for a month *

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* Keep your mind strong! *
- Vamos lá desintoxicar o corpo e a mente de uma páscoa rica em chocolate e amêndoas.  


Monday, March 19, 2018

"Take time to make your soul happy."

«As pessoas são assim. Entendem-se, devagarinho. Aprendem-se. As pessoas são assim. São fragilidades e medos, são sonhos e pesadelos. E conquistam-se. As pessoas conquistam-se. Com tempo, com paciência, com calma. É por isso que são tão difíceis e ao mesmo tempo tão boas para nós. Porque enquanto as aprendemos, também nos aprendemos. Enquanto as descobrimos, vamos descobrindo do que somos capazes. Não só por elas, por nós também. As pessoas são isto. São todas as vezes que respiramos fundo e continuamos junto a elas.»
E foi este lindo texto que li e que não quis perder, querendo partilhá-lo convosco.
E são todas essas "pessoas-sol" que dão à nossa vida a quantidade exata de felicidade, estabilidade e equilíbrio que ela precisa para se manter erguida e forte.
Eu tenho pessoas assim na minha vida, não são muitas...mas são tão boas e tão fortes, que sem elas a meu lado não sei como seria. Umas já permanecem na minha vida há tempo suficiente para ter o coração reconfortado de que não vão embora mais - aquelas amizades para a vida toda - outras, chegam de mansinho e com pezinhos de lã vão aquecendo o meu coração com a esperança de que, também elas, aí façam casa e permaneçam. 
Gosto de todas elas - com as suas qualidades e defeitos - de um jeito muito especial...que seja sempre assim!!!!!

* Quão menos feliz seria a tua vida sem mim, little brother! *


Sunday, March 11, 2018

* More smiles...less worries!*

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Como diz um velho ditado "tristezas não pagam dívidas.". 
Temos de aprender a desligar o "complicómetro" e a "descomplicar" o que, na maioria das vezes, não tem importância absolutamente nenhuma. Não nos acrescenta, não nos ensina, não nos completa nem encoraja...a vida é tão efémera que, cada vez mais, tento ser grata pelo que tenho em vez de ansiar o que não tenho e que, na prática, não me faz falta.
Com o passar dos dias - e dos anos - temos tendência a aperfeiçoar a arte de agradecer. Agradecer o que - e quem - nos faz bem. Temos tendência a valorizar coisas, momentos e pessoas que, outrora, nos passavam tão despercebidamente. 
Confesso que é bom. É bom refletir-mos e questionar-mos sobre o que -e quem - nos rodeia. Sobre o que nos faz bem e o que nos faz mal. Sobre o que nos aumenta e o que nos consome. Sobre quem podemos ser e para onde é que caminhamos.
O tempo é tão veloz que, por vezes, quando damos conta já passou um ano. Já passaram os momentos. Já passaram as pessoas. 
A minha vidinha tem sido uma montanha russa e ao longo desta viagem, vou vendo quem realmente importa e o que realmente me faz feliz. Não ligo ao que as pessoas pensam, ligo cada vez mais ao que me faz sorrir e ao que faz o meu coração bater mais fortemente. Deixei de me preocupar em ser a menina bem comportadinha que faz tudo "by the book", para me tornar mais decidida, determinada e confiante. Se quero, se posso, se me fizer feliz...eu VOU, eu FAÇO, eu ARRISCO. 
Se correr mal, se me magoar, se me vir a cair no poço...tento-me sempre lembrar que o poço tem fim e que as tempestades não duram para sempre. Vale mais tentar (mesmo que dê medo), do que ficar uma vida inteira a pensar no que podia ter sido...em como poderia ter corrido...ou o que poderia ter acontecido. Tento nunca deixar que o medo me impeça de tentar. Vale mais arriscar, do que deixar escapar a oportunidade.
Portanto, "façamos o favor de sermos felizes". De aproveitar a vida ao máximo e em toda a sua plenitude. De lutar pelo que queremos e pelo que idealizamos. De não desistir, nem de nos deixarmos consumir pelo medo de falhar. 
E amanhã já é segunda. Em vez de ficarmos a deprimir por Domingo estar a acabar, encaremos a Segunda como um novo recomeço e como mais uma oportunidade de dar inicio a uma semana feliz!